sábado, 20 de fevereiro de 2010




Campanha da Fraternidade 2010

Composição: João Rothe Machado / Pe. José Weber, Svd

Jesus cristo anunciava por primeiro
Um novo reino de justiça e seus valores: (mt 4,17)
“vós não podeis servir a deus e ao dinheiro
E muito menos agradar a dois senhores”. (mt 6,24)

Voz de um profeta contra o ídolo e a cobiça:
“endireitai hoje os caminhos do senhor!” (mt 3,3)
Produzi frutos de partilha e de justiça! (lc 3,8.11)
Chegou o reino: convertei-vos ao amor! (mt 3,2)

Não é a riqueza nem o lucro sem medida
Que geram paz e laços de fraternidade; (lc 16,19-31)
Mas todo o gesto de partilha em nossa vida (mc 12,42-44)
Que faz a fé se transformar em caridade. (gl 5,6)

No evangelho encontrareis a luz divina,
Não no supérfluo, na ganância e na ambição.
Ide e vivei a boa-nova que ilumina (mt 7,21)
E a palavra da fraterna comunhão. (mt 18,20)

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE O PAPA BENTO XVI PARA A QUARESMA DE 2010



A justiça de Deus está manifestada
mediante a fé em Jesus Cristo (cfr Rom 3, 21–22 )

Queridos irmãos e irmãs,

todos os anos, por ocasião da Quaresma, a Igreja convida-nos a uma revisão sincera da nossa vida á luz dos ensinamentos evangélicos . Este ano desejaria propor-vos algumas reflexões sobre o tema vasto da justiça, partindo da afirmação Paulina: A justiça de Deus está manifestada mediante a fé em Jesus Cristo (cfr Rom 3,21 – 22 ).

Justiça: “dare cuique suum”

Detenho-me em primeiro lugar sobre o significado da palavra “justiça” que na linguagem comum implica “dar a cada um o que é seu – dare cuique suum”, segundo a conhecida expressão de Ulpiano, jurista romana do século III. Porém, na realidade, tal definição clássica não precisa em que é que consiste aquele “suo” que se deve assegurar a cada um. Aquilo de que o homem mais precisa não lhe pode ser garantido por lei. Para gozar de uma existência em plenitude, precisa de algo mais intimo que lhe pode ser concedido somente gratuitamente: poderíamos dizer que o homem vive daquele amor que só Deus lhe pode comunicar, tendo-o criado á sua imagem e semelhança. São certamente úteis e necessários os bens materiais – no fim de contas o próprio Jesus se preocupou com a cura dos doentes, em matar a fome das multidões que o seguiam e certamente condena a indiferença que também hoje condena centenas de milhões de seres humanos á morte por falta de alimentos, de água e de medicamentos - , mas a justiça distributiva não restitui ao ser humano todo o “suo” que lhe é devido. Como e mais do que o pão ele de facto precisa de Deus. Nora Santo Agostinho: se “ a justiça é a virtude que distribui a cada um o que é seu…não é justiça do homem aquela que subtrai o homem ao verdadeiro Deus” (De civitate Dei, XIX, 21).

De onde vem a injustiça?

O evangelista Marcos refere as seguintes palavras de Jesus, que se inserem no debate de então acerca do que é puro e impuro: “Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa tornar impuro. Mas o que sai do homem, isso é que o torna impuro. Porque é do interior do coração dos homens, que saem os maus pensamentos” (Mc 7,14-15.20-21). Para além da questão imediata relativo ao alimento, podemos entrever nas reacções dos fariseus uma tentação permanente do homem: individuar a origem do mal numa causa exterior. Muitas das ideologias modernas, a bem ver, têm este pressuposto: visto que a injustiça vem “de fora”, para que reine a justiça é suficiente remover as causas externas que impedem a sua actuação: Esta maneira de pensar - admoesta Jesus – é ingénua e míope. A injustiça, fruto do mal , não tem raízes exclusivamente externas; tem origem no coração do homem, onde se encontram os germes de uma misteriosa conivência com o mal. Reconhece-o com amargura o Salmista:”Eis que eu nasci na culpa, e a minha mãe concebeu-se no pecado” (Sl. 51,7). Sim, o homem torna-se frágil por um impulso profundo, que o mortifica na capacidade de entrar em comunhão com o outro. Aberto por natureza ao fluxo livre da partilha, adverte dentro de si uma força de gravidade estranha que o leva a dobrar-se sobre si mesmo, a afirmar-se acima e contra os outros: é o egoísmo, consequência do pecado original. Adão e Eva, seduzidos pela mentira de Satanás, pegando no fruto misterioso contra a vontade divina, substituíram á lógica de confiar no Amor aquela da suspeita e da competição ; á lógica do receber, da espera confiante do Outro, aquela ansiosa do agarrar, do fazer sozinho (cfr Gn 3,1-6) experimentando como resultado uma sensação de inquietação e de incerteza. Como pode o homem libertar-se deste impulso egoísta e abrir-se ao amor?

Justiça e Sedaqah

No coração da sabedoria de Israel encontramos um laço profundo entre fé em Deus que “levanta do pó o indigente (Sl 113,7) e justiça em relação ao próximo. A própria palavra com a qual em hebraico se indica a virtude da justiça, sedaqah, exprime-o bem. De facto sedaqah significa, dum lado a aceitação plena da vontade do Deus de Israel; do outro, equidade em relação ao próximo (cfr Ex 29,12-17), de maneira especial ao pobre, ao estrangeiro, ao órfão e á viúva ( cfr Dt 10,18-19). Mas os dois significados estão ligados, porque o dar ao pobre, para o israelita nada mais é senão a retribuição que se deve a Deus, que teve piedade da miséria do seu povo. Não é por acaso que o dom das tábuas da Lei a Moisés, no monte Sinai, se verifica depois da passagem do Mar Vermelho. Isto é, a escuta da Lei , pressupõe a fé no Deus que foi o primeiro a ouvir o lamento do seu povo e desceu para o libertar do poder do Egipto (cfr Ex s,8). Deus está atento ao grito do pobre e em resposta pede para ser ouvido: pede justiça para o pobre ( cfr.Ecli 4,4-5.8-9), o estrangeiro ( cfr Ex 22,20), o escravo ( cfr Dt 15,12-18). Para entrar na justiça é portanto necessário sair daquela ilusão de auto – suficiência , daquele estado profundo de fecho, que á a própria origem da injustiça. Por outras palavras, é necessário um “êxodo” mais profundo do que aquele que Deus efectuou com Moisés, uma libertação do coração, que a palavra da Lei, sozinha, é impotente a realizar. Existe portanto para o homem esperança de justiça?

Cristo, justiça de Deus

O anuncio cristão responde positivamente á sede de justiça do homem, como afirma o apóstolo Paulo na Carta aos Romanos: “ Mas agora, é sem a lei que está manifestada a justiça de Deus… mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os crentes. De facto não há distinção, porque todos pecaram e estão privados da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela Sua graça, por meio da redenção que se realiza em Jesus Cristo, que Deus apresentou como vitima de propiciação pelo Seu próprio sangue, mediante a fé” (3,21-25)

Qual é portanto a justiça de Cristo? É antes de mais a justiça que vem da graça, onde não é o homem que repara, que cura si mesmo e os outros. O facto de que a “expiação” se verifique no “sangue” de Jesus significa que não são os sacrifícios do homem a libertá-lo do peso das suas culpas, mas o gesto do amor de Deus que se abre até ao extremo, até fazer passar em si “ a maldição” que toca ao homem, para lhe transmitir em troca a “bênção” que toca a Deus (cfr Gal3,13-14). Mas isto levanta imediatamente uma objecção: que justiça existe lá onde o justo morre pelo culpado e o culpado recebe em troca a bênção que toca ao justo? Desta maneira cada um não recebe o contrário do que é “seu”? Na realidade, aqui manifesta-se a justiça divina, profundamente diferente da justiça humana. Deus pagou por nós no seu Filho o preço do resgate, um preço verdadeiramente exorbitante. Perante a justiça da Cruz o homem pode revoltar-se, porque ele põe em evidencia que o homem não é um ser autárquico , mas precisa de um Outro para ser plenamente si mesmo. Converter-se a Cristo, acreditar no Evangelho, no fundo significa precisamente isto: sair da ilusão da auto suficiência para descobrir e aceitar a própria indigência – indigência dos outros e de Deus, exigência do seu perdão e da sua amizade.

Compreende-se então como a fé não é um facto natural, cómodo, obvio: é necessário humildade para aceitar que se precisa que um Outro me liberte do “meu”, para me dar gratuitamente o “seu”. Isto acontece particularmente nos sacramentos da Penitencia e da Eucaristia. Graças á acção de Cristo, nós podemos entrar na justiça “ maior”, que é aquela do amor ( cfr Rom 13,8-10), a justiça de quem se sente em todo o caso sempre mais devedor do que credor, porque recebeu mais do que aquilo que poderia esperar.

Precisamente fortalecido por esta experiencia, o cristão é levado a contribuir para a formação de sociedades justas, onde todos recebem o necessário para viver segundo a própria dignidade de homem e onde a justiça é vivificada pelo amor.

Queridos irmãos e irmãs, a Quaresma culmina no Tríduo Pascal, no qual também este ano celebraremos a justiça divina, que é plenitude de caridade, de dom, de salvação. Que este tempo penitencial seja para cada cristão tempo de autentica conversão e de conhecimento intenso do mistério de Cristo, que veio para realizar a justiça. Com estes sentimentos, a todos concedo de coração, a Bênção Apostólica.

BENEDICTUS PP. XVI

Primeiro Domingo da Quaresma


PRIMEIRA LEITURA:

Livro do Deuteronômio:

Assim Moisés falou ao povo:
4“O sacerdote receberá de tuas mãos a cesta e a colocará diante do altar do Senhor teu Deus.
5Dirás, então, na presença do Senhor teu Deus: ‘Meu pai era um arameu errante, que desceu ao Egito com um punhado de gente e ali viveu como estrangeiro. Ali se tornou um povo grande, forte e numeroso. 6Os egípcios nos maltrataram e oprimiram, impondo-nos uma dura escravidão.
7Clamamos, então, ao Senhor, o Deus de nossos pais, e o Senhor ouviu a nossa voz e viu a nossa opressão, a nossa miséria e a nossa angústia. 8E o Senhor nos tirou do Egito com mão poderosa e braço estendido, no meio de grande pavor, com sinais e prodígios.9E conduziu-nos a este lugar e nos deu esta terra, onde corre leite e mel.
10Por isso, agora trago os primeiros frutos da terra que tu me deste, Senhor’.
Depois de colocados os frutos diante do Senhor teu Deus, tu te inclinarás em adoração diante dele”.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL:
SALMO 90:


SEGUNDA LEITURA:

Carta de São Paulo apóstolo aos Romanos:

Irmãos: 8O que diz a Escritura? “A palavra está perto de ti, em tua boca e em teu coração”. Essa palavra é a palavra da fé, que nós pregamos.
9Se, pois, com tua boca confessares Jesus como Senhor e, no teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo. 10É crendo no coração que se alcança a justiça e é confessando a fé com a boca que se consegue a salvação. 11Pois a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não ficará confundido”.
12Portanto, não importa a diferença entre judeu e grego; todos têm o mesmo Senhor, que é generoso para com todos os que o invocam.
13De fato, todo aquele que invocar o Nome do Senhor será salvo.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

EVANGELHO:

Naquele tempo, 1Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão, e, no deserto, ele era guiado pelo Espírito. 2Ali foi tentado pelo diabo durante quarenta dias. Não comeu nada naqueles dias e, depois disso, sentiu fome. 3O diabo disse, então, a Jesus: “Se és Filho de Deus, manda que esta pedra se mude em pão”. 4Jesus respondeu: “A Escritura diz: ‘Não só de pão vive o homem’”
5O diabo levou Jesus para o alto, mostrou-lhe por um instante todos os reinos do mundo6e lhe disse: “Eu te darei todo este poder e toda a sua glória, porque tudo isto foi entregue a mim e posso dá-lo a quem eu quiser. 7Portanto, se te prostrares diante de mim em adoração, tudo isso será teu”.
8Jesus respondeu: “A Escritura diz: ‘Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás’”.
9Depois o diabo levou Jesus a Jerusalém, colocou-o sobre a parte mais alta do Templo e lhe disse: “Se és Filho de Deus, atira-te daqui abaixo! 10Porque a Escritura diz: ‘Deus ordenará aos seus anjos a teu respeito, que te guardem com cuidado!’ 11E mais ainda: ‘Eles te levarão nas mãos, para que não tropeces em alguma pedra’”.
12Jesus, porém, respondeu: “A Escritura diz: ‘Não tentarás o Senhor teu Deus’”.
13Terminada toda a tentação, o diabo afastou-se de Jesus, para retornar no tempo oportuno.








Zilda Arns: veja últimas fotos da médica antes do terremoto


Uma bolsa intercalada por linhas verticais pretas e brancas, um caderno amarelo de capa dura e uma máquina fotográfica com diversos registros da visita a um dos países mais pobres da América Latina.

Em um análise descuidada, nada de tão especial assim. No entanto, para o seminarista haitiano Honoré Eugur, esses são apenas alguns dos objetos que o fazem lembrar do inesquecível encontro com a fundadora daPastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa, a doutora Zilda Arns, morta no terremoto que atingiu o Haiti em 12 de janeiro.

Eugur chegou ao Brasil na última sexta-feira, acompanhado do padre brasileiro Carlos Martins de Borba, que morava há dois anos e meio em Porto Príncipe. Ambos fazem parte da Congregação dos Oblatos de São Francisco de Sales, que mantinha trabalhos pastorais em "Citi Soleil", uma das maiores favelas da capital haitiana.

Agora, Eugur mora em Viamão, onde deve seguir outras etapas de formação religiosa. Ao desembarcar em solo gaúcho, trouxe consigo os pertences de Zilda; são uma espécie de legado que interessa não apenas à família, mas a uma legião de quase 300 mil voluntários que abraçaram a causa iniciada no Paraná, em 1983.

A irmã Beatriz Hobolt, da Congregação das Irmãs Escolares de Nossa Senhora, é prima de Zilda. Ela mora em Porto Alegre e está com o material, que deve chegar às mãos da família da médica neste sábado, 20.

Surge a pergunta: como tudo isso foi parar com o seminarista? A história ajuda a construir os últimos momentos de vida da médica sanitarista brasileira que revolucionou a batalha contra a desnutrição infantil.


Visita ao Haiti

Desde 2008, a Pastoral da Criança Internacional (PCI) leva a experiência brasileira para outros lugares do mundo. A ida de doutora Zilda para o Haiti foi motivada exatamente pelo desejo de articular de modo sólido esse trabalho por lá.

"Como trabalhamos muito com causas sociais e eu já tinha a experiência com a Pastoral no Brasil, apoiávamos essa iniciativa. A doutora apontou que os maiores desafios eram a formação de lideranças que implementassem as ações no país, bem como a formação desses mesmos líderes", destaca o padre Carlos.

Os seminaristas dos Oblatos eram alguns dos vários religiosos que participavam de uma palestra com Zilda no momento do território.

"Ela falou muito sobre a importância do acompanhamento da família como saída para o sofrimento do mundo e das crianças carentes. Era uma pessoa com o coração grande e aberto a acolher as situações difíceis", afirma Eugur.

Como eram muitas as perguntas sobre a Pastoral, o haitiano conta que ele e alguns outros presentes conversaram com a médica após a palestra. Como Zilda percebeu que Eugur falava português, pediu que anotasse seus contatos na agenda. "Eu disse que já tinha o contato dela no cartão que havia recebido mas ela insistiu: 'Escreve para mim'", recorda, emocionado.

"Enquanto ela seguia conversando com outras pessoas, ficou cerca de um metrô de distância de mim. Eu anotava os meus dados e nem consegui terminar de escrever o e-mail, pois começou o terremoto", narra.

Eugur baixa o tom da voz ao contar que todos os que cercavam a médica morreram.

"Dá para perceber que era uma pessoa de Deus, pelo seu jeito de ser, de falar. Para mim, ela se tornou um exemplo de como seguir o Evangelho, pois queria que todos tivessem uma vida digna como pessoa, entendia o sofrimento dos outros".

O seminarista garante que pessoas como Zilda não morrem. "Elas continuam vivas, pois a missão continua. Ela agora está feliz no Céu e gostaria que aquilo que começou continuasse", salienta.





Testemunha ocular

A irmã Beatriz Hobolt trabalhou durante mais de 10 anos na coordenação nacional da Pastoral da Criança. Seu engajamento começou na missão começou com um questionamento: "Queria entender porque essas mulheres - que são a maioria, cerca de 92% - eram tão entusiasmadas pela causa".

Ela conta que ficou surpresa pelo carinho, dedicação e entusiamo demonstrados por Zilda, atitudes que se disseminavam entre os voluntários.

"Mesmo com toda a dedicação à família, ela não tinha outra coisa em mente que não fosse salvar as crianças pobres". A irmã ilustra essa afirmação com uma história real: "Um neto dela, com dois ou três anos, perguntou o que era mais importante para a avó. Ela começou a falar sobre os filhos, sobre a família, enfim. Mas o pequeno disse que não, que ele achava que a avó gostava mais do que tudo das crianças pobres. Imagine, se uma criança pequena assim pôde perceber isso!"

De tudo, a irmã guarda um bom orgulho: "de ter tido uma parente tão dedicada", assinala.

Fonte: Canção Nova


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

HOMILIA DO PAPA AO INAUGURAR O ANO SACERDOTAL



Queridos irmãos e irmãs:

Na antífona do Magnificat, dentro de pouco, cantaremos: “O Senhor nos acolheu em seu coração”, “Suscepit nos Dominus in sinum et cor suum”. No Antigo Testamento, fala-se 26 vezes do coração de Deus, considerado como o órgão da sua vontade: em referência ao coração de Deus, o homem é julgado. Por causa da dor que seu coração sente pelos pecados do homem, Deus decide o dilúvio, mas depois se comove diante da fraqueza humana e perdoa. Depois, há uma passagem do Antigo Testamento em que o tema do coração de Deus se expressa de maneira totalmente clara: encontra-se no capítulo 11 do livro do profeta Oseias, em que os primeiros versículos descrevem a dimensão do amor com que o Senhor se dirige a Israel na aurora de sua história: “Quando Israel era menino, eu o amei e do Egito chamei meu filho” (v. 1). Na realidade, à incansável predileção divina, Israel responde com indiferença e inclusive com ingratidão. “Mas quanto mais os chamava, tanto mais eles se afastavam de mim” (v. 2). No entanto, Ele não abandona Israel nas mãos dos inimigos, pois “meu coração se contorce dentro de mim, minhas entranhas comovem-se” (v. 8).

O coração de Deus se estremece de compaixão! Na solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a Igreja apresenta este mistério à nossa contemplação, o mistério do coração de um Deus que se comove e oferece todo o seu amor à humanidade. Um amor misterioso, que nos textos do Novo Testamento nos é revelado como incomensurável paixão de Deus pelo homem. Não se rende diante da ingratidão, nem sequer diante da rejeição do povo que Ele escolheu; mais ainda, com infinita misericórdia, envia ao mundo seu Filho unigênito para que carregue sobre si o destino do amor destruído; para que, derrotando o poder do mal e da morte, possa restituir a dignidade de filhos aos seres humanos escravizados pelo pecado. Tudo isso com um preço muito caro: o Filho unigênito do Pai se imola na cruz: “Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (cf. João 13, 1). Símbolo deste amor que vai muito além da morte é seu lado atravessado por uma lança. Neste sentido, uma testemunha ocular – o apóstolo João – afirma: “Um dos soldados traspassou-lhe o lado com uma lança e imediatamente saiu sangue e água” (cf. João 19, 34).

Queridos irmãos e irmãs: obrigado, pois, respondendo ao meu convite, viestes em grande número a esta celebração, pela qual entramos no Ano Sacerdotal. Saúdo os senhores cardeais e os bispos, em particular o cardeal prefeito e o secretário da Congregação para o Clero, junto a seus colaboradores, e o bispo de Ars. Saúdo os sacerdotes e seminaristas dos colégios de Roma; os religiosos e religiosas e a todos os fiéis. Dirijo uma saudação especial a Sua Beatitude Ignace Youssef Younan, patriarca de Antioquia dos Sírios, que veio a Roma para visitar-me e manifestar publicamente a ecclesiastica communio (comunhão eclesial, N. da T.), que lhe foi concedida.

Queridos irmãos e irmãs: detenhamo-nos para contemplar juntos o Coração traspassado do Crucificado. Mais uma vez, acabamos de escutar, na breve leitura tomada da carta de São Paulo aos Efésios, que “Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, quando estávamos mortos em nossos delitos, nos vivificou juntamente com Cristo – pela graça fostes salvos! – e com ele nos ressuscitou e nos fez assentar nos céus, em Cristo Jesus” (Efésios 2, 4-6). Estar em Cristo Jesus significa já sentar-se nos céus. No Coração de Jesus se expressa o núcleo essencial do cristianismo; em Cristo nos é revelada e entregue toda a novidade revolucionária do Evangelho: o Amor que nos salva e nos faz viver já na eternidade de Deus. O evangelista João escreve: “Deus amou tanto o mundo, que entregou o seu Filho único, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (3, 16). Seu Coração divino chama então nosso coração; convida-nos a sair de nós mesmos e a abandonar nossas seguranças humanas para fiar-nos d’Ele e, seguindo seu exemplo, a fazer de nós mesmos um dom de amor sem reservas.

Se é verdade que o convite de Jesus a “permanecer em seu amor” (cf. João 15, 9) se dirige a todo batizado, na festa do Sagrado Coração de Jesus, Dia de Santificação Sacerdotal, este convite ressoa com maior força para nós, sacerdotes, em particular nesta tarde, solene início do Ano Sacerdotal, que convoquei por ocasião do 150º aniversário da morte do Santo Cura de Ars. Vem-me imediatamente à mente uma bela e comovedora afirmação, referida no Catecismo da Igreja Católica: “O sacerdócio é o amor do Coração de Jesus” (n. 1589). Como não recordar com comoção que diretamente desse Coração manou o dom do nosso ministério sacerdotal? Como esquecer que nós, presbíteros, fomos consagrados para servir, humilde e autorizadamente, ao sacerdócio comum dos fiéis? Nossa missão é indispensável para a Igreja e para o mundo, que exige fidelidade plena a Cristo e uma incessante união com Ele; isto é, exige que busquemos constantemente a santidade, como fez São João Maria Vianney. Na carta que vos dirigi por ocasião deste ano jubilar especial, queridos sacerdotes, eu quis sublinhar alguns aspectos que qualificam nosso ministério, fazendo referência ao exemplo e ao ensinamento do Santo Cura de Ars, modelo e protetor de todos os sacerdotes, em particular dos párocos. Espero que este meu texto vos sirva de ajuda e estímulo para fazer deste ano uma ocasião propícia para crescer na intimidade com Jesus, que conta conosco, seus ministros, para difundir e consolidar seu Reino, para difundir seu amor, sua verdade. E, portanto, “a exemplo do Santo Cura de Ars, deixai-vos conquistar por Ele e sereis, também vós, no mundo de hoje, mensageiros de esperança, reconciliação e paz”.

Deixar-se conquistar totalmente por Cristo! Este foi o objetivo de toda a vida de São Paulo, a quem dirigimos nossa atenção durante o Ano Paulino, que já está terminando; esta foi a meta de todo o ministério do Santo Cura de Ars, a quem invocaremos particularmente durante o Ano Sacerdotal; que este seja também o principal objetivo de cada um de nós. Para ser ministros ao serviço do Evangelho, é certamente útil e necessário o estudo com uma atenta e permanente formação pastoral, mas é ainda mais necessária essa “ciência do amor”, que só se aprende de “coração a coração” com Cristo. Ele nos chama a partir o pão do seu amor, a perdoar os pecados e a guiar o rebanho em seu nome. Precisamente por este motivo, não podemos nos afastar nunca do manancial do amor que é seu Coração atravessado na cruz.

Somente assim seremos capazes de cooperar eficazmente com o misterioso “desígnio do Pai”, que consiste em “fazer de Cristo o coração do mundo”, desígnio que se realiza na história na medida em que Jesus se converte no Coração dos corações humanos, começando por aqueles que estão chamados a estar mais perto d’Ele, os sacerdotes. As “promessas sacerdotais” que pronunciamos no dia da nossa ordenação e que renovamos cada ano, na Quinta-Feira Santa, na Missa Crismal, voltam a nos recordar este constante compromisso. Inclusive nossas carências, nossos limites e fraquezas devem nos conduzir ao Coração de Jesus. Se é verdade que os pecadores, ao contemplá-lo, devem aprender a necessária “dor dos pecados” que volta a conduzi-los ao Pai, isso se aplica ainda mais aos ministros sagrados. “Como esquecer que nada faz a Igreja, Corpo de Cristo, sofrer mais que os pecados dos seus pastores, sobretudo daqueles que se convertem em “ladrões de ovelhas” (João 10, 1ss), seja porque as desviam com suas doutrinas privadas, seja porque as atam com os laços do pecado e da morte? Também para nós, queridos sacerdotes, aplica-se o chamado à conversão e a recorrer à Misericórdia Divina, e igualmente devemos dirigir com humildade incessante a súplica ao Coração de Jesus para que nos preserve do terrível risco de causar dano àqueles a quem devemos salvar.

Há pouco, pude venerar, na Capela do Coro, a relíquia do Santo Cura de Ars: seu coração. Um coração inflamado de amor divino, que se comovia frente ao pensamento da dignidade do sacerdote e falava aos fiéis com tons tocantes e sublimes, afirmando que “depois de Deus, o sacerdote é tudo!... Ele próprio não se entenderá bem a si mesmo, senão no céu” (cf. Carta para o Ano Sacerdotal). Cultivemos, queridos irmãos, esta mesma comoção, seja para cumprir nosso ministério com generosidade e dedicação, seja para custodiar na alma um verdadeiro “temor de Deus”: temor de poder privar de tanto bem, por nossa negligência ou culpa, as almas que nos foram confiadas, ou de poder causar-lhes dano. Que Deus não o permita! A Igreja tem necessidade de sacerdotes santos, de ministros que ajudem os fiéis a experimentar o amor misericordioso do Senhor e sejam suas testemunhas convictas. Na adoração eucarística, após a celebração das Vésperas, pediremos ao Senhor que inflame o coração de cada presbítero com essa caridade pastoral capaz de fundir seu “eu” no de Jesus sacerdote, para assim poder imitá-lo na mais completa entrega de si mesmo. Que nos obtenha esta graça a Virgem Mãe, de quem amanhã contemplaremos com viva fé o Coração Imaculado. O Santo Cura de Ars vivia uma filial devoção por ela, até o ponto de que, em 1836, antecipando-se à proclamação do dogma da Imaculada Conceição, já havia consagrado sua paróquia a Maria “concebida sem pecado”. E manteve o costume de renovar frequentemente esta oferenda da paróquia à Santa Virgem, ensinando aos fiéis que “basta dirigir-se a ela para ser escutados”, pela simples razão de que ela “deseja sobretudo ver-nos felizes”. Que Nossa Senhora, nossa Mãe, nos acompanhe no Ano Sacerdotal que iniciamos hoje, para que possamos ser guias firmes e iluminados para os fiéis que o Senhor confia aos nossos cuidados pastorais. Amém!

[Tradução: Aline Banchieri.


NOVENA A SÃO JUDAS TADEU


1º Dia – São Judas ajuda-nos a compreender a realidade.

São Judas Tadeu, escolhido por Cristo, o amor profundo a Jesus fez que soubésseis escolher o caminho de Deus, na pregação do Evangelho. É necessário que aprendamos vossas virtudes, sigamos vosso exemplo como melhor meio de tornarmo-nos discípulos de Cristo.

Que nós sigamos o vosso exemplo tanto na alegria e na vitória, na luta e no sofrimento. Que compreendamos que todas as realidades, agradáveis ou difíceis, deverão ser assumidas como oportunidades benfazejas, que nos levarão ao crescimento na fé e à capacidade de servir no amor de Cristo.

São Judas Tadeu, alcançai-me a graça que vos peço (faça seu pedido com fé). Eu vos prometo, ó bendito São Judas Tadeu, lembrar-me sempre desta graça e nunca deixar de vos louvar e honrar. Farei tudo para espalhar através de minha vida e meu testemunho o amor ensinado por Jesus e vivido por vós.

São Judas Tadeu, rogai por nós!

Pai Nosso, ...
Ave Maria ...
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre amém.

2º Dia – São Judas, queremos ser construtores do Reino.

São Judas Tadeu, Apóstolo e construtor do Reino de Deus, que espalhastes a Boa Nova da Salvação em Cristo, desejamos que venha o quanto antes o Reino de Deus a todos os homens, sedentos de Deus e da sua verdade. É preciso que muitos sejam como vós fostes: construtores do Reino de Deus.

Desejamos ser apóstolos e propagadores da mensagem, da verdade e do amor que Cristo ensinou e dar testemunho cristão nos ambientes em que vivemos sem vacilar na fé e na esperança. Queremos dar testemunho, vivendo o Evangelho, mediante o amor que nos compromete com Cristo.

São Judas Tadeu, alcançai-me a graça que vos peço (faça seu pedido com fé). Eu vos prometo, ó bendito São Judas Tadeu, lembrar-me sempre desta graça e nunca deixar de vos louvar e honrar. Farei tudo para espalhar através de minha vida e meu testemunho o amor ensinado por Jesus e vivido por vós.

São Judas Tadeu, rogai por nós!

Pai Nosso, ...
Ave Maria ...
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre amém.

3º Dia – São Judas, ajudai-nos a sermos irmãos.

São Judas Tadeu, Apóstolo de Jesus Cristo e servidor dos homens, vós que vistes o exemplo de Cristo, que veio para servir e não para ser servido, rogai por nós para que compreendamos o valor do serviço desinteressado e gratuito.

Auxiliai-nos a adquirir o sentido da doação ao próximo, na família, no trabalho e na comunidade. Vós que fizestes de vossa vida uma doação total, pelo anúncio do Evangelho e pelo testemunho de Cristo até o martírio, inspirai-nos coragem e sabedoria, para colocarmos nossas energias e talentos a serviço do irmão.

São Judas Tadeu, alcançai-me a graça que vos peço (faça seu pedido com fé). Eu vos prometo, ó bendito São Judas Tadeu, lembrar-me sempre desta graça e nunca deixar de vos louvar e honrar. Farei tudo para espalhar através de minha vida e meu testemunho o amor ensinado por Jesus e vivido por vós.

São Judas Tadeu, rogai por nós!

Pai Nosso, ...
Ave Maria ...
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre amém.

4º Dia – São Judas, ajudai-nos a sermos generosos.

São Judas Tadeu, Apóstolo sempre fiel ao chamado do Mestre e obediente à voz do Pai, nada vos afastou de seu plano de amor. De vós queremos aprender a renunciar a qualquer plano egoísta para aceitar em tudo a vontade do Pai.

Ajudai-nos, São Judas, a sermos generosos no seguimento de Cristo, e humildes na renúncia a tudo o que nos afasta de seu caminho. Fazei que procuremos, em primeiro lugar, o que nos torna instrumentos de paz e sinais de Cristo para nossos irmãos.

São Judas Tadeu, alcançai-me a graça que vos peço (faça seu pedido com fé). Eu vos prometo, ó bendito São Judas Tadeu, lembrar-me sempre desta graça e nunca deixar de vos louvar e honrar. Farei tudo para espalhar através de minha vida e meu testemunho o amor ensinado por Jesus e vivido por vós.

São Judas Tadeu, rogai por nós!

Pai Nosso, ...
Ave Maria ...
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre amém.

5º Dia – São Judas, ajudai-nos a sermos puros de coração.

São Judas Tadeu, Apóstolo de Jesus Cristo e sinal de santidade de Deus, ajudai-nos a alcançar a graça da pureza de intenções para que nosso interior seja fonte de paz e bondade, jorrando a vida de Deus para nossos irmãos.

Que saibamos ser donos de nós mesmos e de nossos sentidos, e possamos estar entre aqueles que são chamados bem-aventurados porque são puros de coração. Conquistai-nos um coração puro, para que através dele possamos enxergar o Cristo em nosso caminho e indicá-lo aos irmãos.

São Judas Tadeu, alcançai-me a graça que vos peço (faça seu pedido com fé). Eu vos prometo, ó bendito São Judas Tadeu, lembrar-me sempre desta graça e nunca deixar de vos louvar e honrar. Farei tudo para espalhar através de minha vida e meu testemunho o amor ensinado por Jesus e vivido por vós.

São Judas Tadeu, rogai por nós!

Pai Nosso, ...
Ave Maria ...
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre amém.

6º Dia – São Judas, ajudai-nos a sermos fiéis à Verdade.

São Judas Tadeu, Apóstolo e instrumento de reconciliação, alcançai-nos do Pai o dom da firmeza diante do mal, do egoísmo e da injustiça. Fazei-nos sempre atentos à advertência de Cristo: "Vigiai e orai, para não cairdes em tentação".

Vós que lutastes para vencer o pecado, dai-nos um espírito resoluto e a graça de não cairmos em tentação. E se isto acontecer, rogai por nós, para termos ânimo de nos reerguermos e voltarmos à união com Cristo, vosso e nosso Mestre.

São Judas Tadeu, alcançai-me a graça que vos peço (faça seu pedido com fé). Eu vos prometo, ó bendito São Judas Tadeu, lembrar-me sempre desta graça e nunca deixar de vos louvar e honrar. Farei tudo para espalhar através de minha vida e meu testemunho o amor ensinado por Jesus e vivido por vós.

São Judas Tadeu, rogai por nós!

Pai Nosso, ...
Ave Maria ...
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre amém.

7º Dia – São Judas, ajudai-nos a termos fé.

São Judas Tadeu, Apóstolo e homem de fé inabalável, a ponto de fazerdes de Cristo vossa única e absoluta certeza, rogai por nós, para que cresça nossa fé e se torne luz para os irmãos. Reconhecemos, diante de Deus, que freqüentemente nossa fé é vacilante e frágil. Sabemos que é um precioso dom de Deus, que é preciso acolher com simplicidade, cultivar pela oração e pelo reconhecimento do evangelho.

Ajudai-nos a pedir humildemente, como vós pedistes com os apóstolos: Senhor, aumentai a nossa fé!

São Judas Tadeu, alcançai-me a graça que vos peço (faça seu pedido com fé). Eu vos prometo, ó bendito São Judas Tadeu, lembrar-me sempre desta graça e nunca deixar de vos louvar e honrar. Farei tudo para espalhar através de minha vida e meu testemunho o amor ensinado por Jesus e vivido por vós.

São Judas Tadeu, rogai por nós!

Pai Nosso, ...
Ave Maria ...
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre amém.

8º Dia - São Judas, ajudai-nos sermos solidários.

São Judas Tadeu, Apóstolo e irmão dos pobres, hoje vos pedimos que nos alcanceis o espírito de pobreza. Com Cristo anunciastes a boa nova aos pobres e dele ouvistes a solene proclamação: "Bem-aventurados os que têm espírito de pobre porque deles é o reino do céu".

Rogai por nós, para que o desejo de lucro não nos domine e a ganância de ter mais não tire a capacidade de doar-nos aos mais necessitados e de sermos solidários com os pobres, os doentes, os oprimidos e marginalizados. Encorajados pelo testemunho dos apóstolos, não nos falte o senso de fraternidade, para trabalharmos com todas a forças pela defesa e promoção dos mais desamparados. E que aprendamos a reconhecer em cada um deles o próprio Cristo, nosso irmão e Senhor!

São Judas Tadeu, alcançai-me a graça que vos peço (faça seu pedido com fé). Eu vos prometo, ó bendito São Judas Tadeu, lembrar-me sempre desta graça e nunca deixar de vos louvar e honrar. Farei tudo para espalhar através de minha vida e meu testemunho o amor ensinado por Jesus e vivido por vós.

São Judas Tadeu, rogai por nós!

Pai Nosso, ...
Ave Maria ...
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre amém.

9º Dia – São Judas, ajudai-nos a sermos homens novos.


São Judas Tadeu, Apóstolo e Mártir, que experimentastes no convívio com Cristo o infinito amor do seu Coração, alcançai-nos a graça da conversão, para que nossos corações se tornem semelhantes ao Dele.

Reconhecemos em Jesus o homem que mais amou, e modelo para todos os homens de bom coração. Por vossa intercessão, sejamos renovados interiormente, segundo a promessa de Deus, de derramar sobre nós uma água pura e dar-nos um coração novo.

São Judas Tadeu, alcançai-me a graça que vos peço (faça seu pedido com fé). Eu vos prometo, ó bendito São Judas Tadeu, lembrar-me sempre desta graça e nunca deixar de vos louvar e honrar. Farei tudo para espalhar através de minha vida e meu testemunho o amor ensinado por Jesus e vivido por vós.

São Judas Tadeu, rogai por nós!

Pai Nosso, ...
Ave Maria ...
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre amém.

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